Nosso cérebro ao receber toda a informação transmitida pelo corpo aplica seus filtros e atribui prioridades na tomada de ações. Então a integridade física e as necessidades orgânicas estão a frente das outras, e enquanto estas persistirem, todas as demais serão secundárias.
Uma vez satisfeita estas, as demais informações passam por nossos filtros, ou seja, a somatização de nossas experiências, boas e más, e o resultado disto é uma atitude que pode ser diversa para cada indivíduo.
Basta mostrar uma imagem, quadro, texto ou um lugar para diversas pessoas e você possivelmente terá diversas observações diferentes, cada uma baseada em um julgamento feito pelo consciente e inconsciente de cada um; além disto, temos de considerar que simples questões como a qualidade da visão ou da audição podem interferir na informação já no momento da sua coleta.
Este simples exemplo mostra como nossa percepção é frágil.
Se o que vejo ou ouço não é igual ao que os outros vêem ou ouvem, então o que garante que o que percebo é o real ou o mais significativo?
Na maior parte do tempo, estas decisões não tem maiores conseqüências, mas deve ser levada em consideração nos momentos onde uma decisão pode ter importância sobre a sua vida ou sobre a vida de outra pessoa.
O termo empatia, tão usado e tão na moda, deveria ser a solução quando analisamos o próximo; mas como posso enxergar o mundo através das experiências e sentidos físicos que não tenho?
Alguém já disse que temos de ter cuidado com nossos julgamentos; bem, isso ainda continua muito válido.
Aquilo que parece ser uma certeza absoluta, pode ser facilmente desmontado com um ciclo de indagações;
Nossas decisões serão no máximo normais, ou seja, semelhantes a da maiorias das pessoas que tiveram uma cultura e formação semelhantes a nossa.
Uma vez satisfeita estas, as demais informações passam por nossos filtros, ou seja, a somatização de nossas experiências, boas e más, e o resultado disto é uma atitude que pode ser diversa para cada indivíduo.
Basta mostrar uma imagem, quadro, texto ou um lugar para diversas pessoas e você possivelmente terá diversas observações diferentes, cada uma baseada em um julgamento feito pelo consciente e inconsciente de cada um; além disto, temos de considerar que simples questões como a qualidade da visão ou da audição podem interferir na informação já no momento da sua coleta.
Este simples exemplo mostra como nossa percepção é frágil.
Se o que vejo ou ouço não é igual ao que os outros vêem ou ouvem, então o que garante que o que percebo é o real ou o mais significativo?
Na maior parte do tempo, estas decisões não tem maiores conseqüências, mas deve ser levada em consideração nos momentos onde uma decisão pode ter importância sobre a sua vida ou sobre a vida de outra pessoa.
O termo empatia, tão usado e tão na moda, deveria ser a solução quando analisamos o próximo; mas como posso enxergar o mundo através das experiências e sentidos físicos que não tenho?
Alguém já disse que temos de ter cuidado com nossos julgamentos; bem, isso ainda continua muito válido.
Aquilo que parece ser uma certeza absoluta, pode ser facilmente desmontado com um ciclo de indagações;
Nossas decisões serão no máximo normais, ou seja, semelhantes a da maiorias das pessoas que tiveram uma cultura e formação semelhantes a nossa.
Então, uma forma de melhorar nossa percepção é a de sempre manter uma atitude positiva e pró-ativa em relação à vida.
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